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COMUNICAR E ENVOLVER - Oficina de comunicação livre e global

As notícias. os factos e as opiniões, nacionais e internacionais, nas mais diversas áreas, com gestão de António Veríssimo. Para se sentir sempre informado.

COMUNICAR E ENVOLVER - Oficina de comunicação livre e global

As notícias. os factos e as opiniões, nacionais e internacionais, nas mais diversas áreas, com gestão de António Veríssimo. Para se sentir sempre informado.

OPINIÃO: ESCANDALOSAMENTE CHOCANTE

Novembro 10, 2018

antónio veríssimo

1) Há empresas de Restauração Coletiva, que convocam cozinheiras para "formação", mas o principal objetivo é convencer as trabalhadoras a subtrair alimentos às ementas, bem como, reduzir nas doses necessáriamente corretas e previstas, para as crianças e jovens, e, deste modo, serem compensadas com prémios em função dos objetivos.
É por demais conhecida esta prática de assédio junto das cozinheiras, muitas vezes pressionadas para evitar colocar, saladas ou legumes, nas ementas pré-definidas.
2) Recentemente, numa escola EB23 em Guimarães, verificou-se um acidente com uma fuga de gás, com intervenção policial e o tratamento hospital de 2 trabalhadoras, por inalação de gás. As trabalhadoras estiveram durante 7 dias de seguro, e, não só, não receberam o dinheiro do seguro como não receberam as despesas associadas.
3) Foram entregues a 2 instituições, uma lista de 39 escolas; primárias, eb23 e secundárias, com trabalhadoras a fazererm horários ilegais, ou seja, que contrariam os princípios do estabelecido do "Caderno de Encargos". Não é uma, duas ou três trabalhadoras, mas, mais de 40 que se encontram em tais condições.
4) Alguns considerandos!
Os factos mencionados, relatam uma triste realidade, realidade factual, que se acumula há decadas, perante a insensibilidade e passividade, da grande maioria da população por manifesto desconhecimento.
No ponto 1º, tais atos, devem encher de indignação todos quantos comungam de bom senso. É uma ofensa à dignidade de quem trabalha e faz o seu melhor e um atentado à dignidade das nossas crianças e jovens.
Quanto ao ponto 3º, as empresas concessionárias, após assinatura do acordo do "Caderno de Encargos", tudo fazem para imobilizar, partes importantes, designadamente, no plano laboral. Desde logo pela subtração do número de trabalhadores, das respetivas equipas e na redução do horário de trabalho. O restrito "cartel" de empresas que controlam esta atividade, tomam esta atitude, para satisfazer os valores de 1€ e pouco relativamente a cada refeição, cnfecionada. Para satisfazer os seus ganaciosos desejos pela maximização de lucros, subtraiem nos alimentos e na carga horária dos trabalhadores.
Porque será que se criou ao longo dos anos, o mito, (mito ou realidade?) que a comida da cantina não é boa?
Este "cartel" de empresas é responsável pela confeção em; escolas, universidades, estabelecimentos prisionais, lares, cantinas e refeitórios de empresas públicas e privadas em todo o país. Fornecem cerca 300 milhões de refeições por ano em 16 mil locais em todo o país, com um volume de negócios de mais de MIL MILHÕES de €uros. Como podemos ver é um gigante todo poderoso, quase intocável, do ponto de vista da fiscalização; ACT, ASAE, Ministérios, Camâras Municipais...Governos!
É sabido que as cantinas escolares desperdiçam cerca de 1 milhão de refeições durante o ano letivo. Também sabemos que é obrigatório a formação aos seus trabalhadores e esta não existe.
Segundo recomendações do Ministério da Educação, as escolas devem ser um veículo importante para desenvolver a educação alimentar das crianças associado ao meio familiar.
Não se entende, portanto, estes procedimentos das empresas concessionárias e muito menos o assédio voraz às trabalhadoras cozinheiras para a retirada de ingredientes.
Não se entende, também, que com muita regularidade se proceda a alterações às ementas, muitas vezes substituídas por confeção realizadas à pressa com produtos ainda congelados.
O refeitório têm uma enorme importância no dia a dia das crianças e jovens, passando uma parte significativa do seu dia na escola. É sabido que muitos deles comem uma única refeição quente durante o dia e cabe à escola assegurar a responsabilidade de oferecer refeições tanto quanto saudáveis, equilibradas e seguras do ponto de vista nutricional.
Reitero, o que aqui disse há bem pouco tempo, apenas com uma correção. Quando disse que há "um profundo desconhecimento das bancadas dos eleitos municipais e até vereadores, embora, reconheça, mais numas que outras", aqui ou em qualquer parte do país, quero retificar, para dizer, que existe uma enorme insensibilidade e um profundo desconhecimento, relativamente a estas matérias, de uma forma geral. Ninguém acredita! Aqui fica pois, o desafio, a quem quer que seja, para tomar em mãos a decisão da iniciativa e fazer destas e de outras denúncias, o que há vários anos o faço sem parar.

MÁRIO MOREIRA

Chefe de Cozinha, Guimarães

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"APENAS UM HOMEM", UM LIVRO DE CARLOS CARRANCA APRESENTADO EM LISBOA A 8 DE NOVEMBRO

Outubro 27, 2018

antónio veríssimo

CARLOS Alberto CARRANCA de Oliveira e Sousa, nasceu na Figueira da Foz a 9 de novembro de 1957. Professor do Ensino Superior, poeta, ensaísta, cronista e dramaturgo. É reconhecidamente como autor e interprete uma das referências do Fado e da Balada de Coimbra. Com uma vasta obra publicada (cerca de 40 títulos entre poesia, ensaio, crónica e teatro) é, segundo Urbano Tavares Rodrigues “(…) um D. Quixote que se revela contra a mesquinhez do mundo e cavalga, à procura de si, de um sentido, de um segredo, de um sinal”. Para Eugénio Lisboa “Carranca traz dentro de si um vulcão poético”.

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Primavera Europeia apela à defesa da Democracia no Brasil

Outubro 27, 2018

antónio veríssimo

Perante um candidato que põe em causa a Democracia, os direitos humanos e o futuro do planeta, a alternativa é o voto no candidato democrata e progressista. O combate político só pode continuar se a Democracia for salvaguardada. Foi esta a posição que assumimos na eleição Le Pen vs Macron e é esta a posição que mantemos na eleição Bolsonaro vs Haddad.

 

Todos os processos eleitorais democráticos são momentos de escolha entre projetos alternativos e até antagónicos. Mas o Brasil está hoje na encruzilhada entre a continuação da própria Democracia e a eleição de um elemento fascista assumidamente militarista, racista, homofóbico e misógino.

A agenda de Bolsonaro é, em termos sociais, o nacionalismo mais violento e opressor de quaisquer minorias e, em termos económicos, a desregulação completa da economia e o neoliberalismo mais agressivo. Esta agenda não afetará apenas o Brasil – o seu impacto será sentido em toda a América Latina e no mundo.

A eleição de Bolsonaro implica também enormes riscos ambientais à escala planetária. Apesar da importância que a Amazónia tem para o futuro do planeta, Bolsonaro pretende apostar na exploração intensiva e irreversível dos recursos naturais que alberga, pondo em risco a fonte de 20% do oxigénio do planeta e um dos maiores sumidouros de dióxido de carbono. Bolsonaro quer ainda retirar o Brasil do Acordo de Paris, praticamente inviabilizando os esforços das outras nações no combate mundial às alterações climáticas. Estes são riscos que o planeta não pode correr.

Fernando Haddad, pelo contrário, é assumidamente um defensor da Democracia e tem um compromisso sério com a transição ecológica e com a Democracia no Brasil, com provas dadas enquanto Ministro da Educação e Prefeito de São Paulo. Juntamente com Manuela d’Ávila, candidata a Vice-Presidente, Haddad é a única alternativa de voto nas eleições de dia 28 de outubro.

Como em momentos anteriores, seja nos Estados Unidos ou em França, perante a ameaça do nacionalismo violento e autoritário, os democratas de todos os quadrantes políticos devem unir-se numa ampla frente democrática, de modo a garantir que haja sempre espaço para combate político.

 

Este comunicado foi aprovado por unanimidade no Conselho da Primavera Europeia de 26 de outubro de 2018, em Frankfurt, pelos partidos e movimentos:

LIVRE de Rui Tavares (Portugal)
Génération.s  de Benoît Hamon (França)
DiEM25 de Yanis Varoufakis (UE)
DemA (Itália)
Razem (Polónia)
Alternativet (Dinamarca)
MeRA25 (Grécia)
Bündnis DiEM25 (Alemanha)
Demokratie in Bewegung (Alemanha)
Nouvelle Donne (França)

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Presidente do Turismo do Norte detido

Outubro 18, 2018

antónio veríssimo

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Melchior Moreira é acusado de ter desviado milhões de euros.

Foi detido o presidente do Turismo do Norte e mais quatro pessoas no âmbito da operação policial “Éter”.

Segundo o comunicado da Polícia Judiciária enviado à Renascença, os detidos estão “indiciados por crimes de corrupção e participação económica em negócio em procedimentos de contratação pública no Norte”.

Sem falar em nomes, a Judiciária avança que os indivíduos têm idades compreendidas entre os 42 e os 54 anos. Três são dirigentes de entidade pública e dois são empresários.

A operação policial desta quinta-feira incluiu também buscas domiciliárias e não domiciliárias, em entidades públicas e sedes de empresas, num total de 11 ações nas regiões de Porto, Gaia, Matosinhos, Lamego, Viseu e Viana do Castelo, revela o comunicado da PJ.

Na operação estiveram envolvidos 50 elementos da Polícia Judiciária, incluindo inspetores, peritos informáticos e peritos financeiros e contabilísticos.

Os detidos vão agora ser presentes a interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

A ação desta quinta-feira decorre da investigação em curso no DIAP do Porto sobre práticas reiteradas e contínuas de corrupção, tráfico de influências e participação económica em negócio, bem como continuada viciação de procedimentos de contratação pública, cujos valores ascendem a vários milhões de euros, como refere a PJ, segundo a qual a investigação prossegue no sentido de determinar todas as condutas criminosas e o seu alcance.

RÁDIO RENASCENÇA

OPINIÃO. Da democracia na América, por Serge Halimi

Outubro 05, 2018

antónio veríssimo

O mundo não se livra da política norte-americana… Até aqui, as eleições intercalares raramente eram decisivas, mesmo quando provocavam a inversão da maioria. Em 1994, a imensa onda republicana varreu sobretudo as resistências dos democratas à política penal repressiva e à estratégia comercial liberalizadora do seu presidente; em 2010, a escalada conservadora do Tea Party paralisou Barack Obama, mas numa altura em que o seu slogan de campanha «Sim, nós podemos» já não era mais do que a recordação amarga de uma oportunidade perdida [1].

As eleições legislativas de 6 de Novembro próximo vão marcar, em contrapartida, uma nova etapa da polarização política dos Estados Unidos, esse turbilhão que nos últimos dois anos aumentou a desestabilização da ordem internacional. Porque o voto vai determinar o destino do ocupante da Casa Branca. Muito decidido a candidatar-se novamente em 2020, Donald Trump obceca tão profundamente cada um dos dois campos que dir-se-ia que lhes comeu o cérebro. Os seus adversários acusam-no de ser um traidor que procura minar a Aliança Atlântica e os valores democráticos do Ocidente. Ele responde que os seus acusadores são auxiliares de um gangue da América Central, o MS-13, que semeia o terror nos Estados Unidos. Estas acessos paranóicos, ampliados pelas redes sociais, tornaram-se uma música de fundo que já não desaparece após o período eleitoral. A sua consequência foi que os partidos deixaram de estar de acordo sobre as regras de jogo do seu confronto – essa «democracia americana» de que se diziam tão orgulhosos que até a apresentavam como modelo ao mundo inteiro.

Muitos democratas, quando não qualificam Trump simplesmente como fascista, vêem nele um «caniche de Putin»que deve a sua vitória a um modo de escrutínio enviesado em seu detrimento (o que não é falso), bem como às fake newsmagicadas por Moscovo (um exagero reforçado por uma obsessão). Se o Partido Democrata voltar a ser maioritário no Congresso, será tentado a multiplicar as comissões de inquérito e a enveredar por um processo de destituição contra o presidente [2].

Esta perspectiva reforça a cólera dos partidários de Trump, que se mantêm numerosos, inflamados e disponíveis para se considerarem perseguidos. Eles crêem que, na mesma altura em que o balanço económico do seu herói é lisonjeiro, a comunicação social, as elites intelectuais e o «Estado profundo» obstinam-se em impedi-lo de governar. Uma derrota no próximo mês de Novembro, longe de os desalentar, encorajá-los-á a acreditar que esta cabala, a fraude eleitoral e o voto dos imigrantes clandestinos são a causa dos seus dissabores.

Dois em cada três eleitores estão agora convencidos de que «o sistema está viciado em detrimento do americano médio»; republicanos e democratas concordam pelo menos neste ponto [3]. Têm razão em acreditar nisso, uma vez que a oligarquia é o seu regime comum. Mas o actual teor do seu afrontamento, personalizado ao extremo, sugere que a salvação deste americano médio não está para breve.

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OPINIÃO. Autarcas, punições e mentiras

Outubro 04, 2018

antónio veríssimo

«AUTARCAS VÃO DEIXAR DE SER PUNIDOS POR DINHEIROS MAL GASTOS»

«O GOVERNO INCLUI NO ORÇAMENTO UMA NORMA QUE DESRESPONSABILIZA PRESIDENTES DE CÂMARA E VEREADORES PELA MÁ GESTÃO DOS DINHEIROS PÚBLICOS»

– As frases supra são da responsabilidade de alguma comunicação social. A sensação que fica é que os “malandros” dos autarcas deixarão de ser responsáveis financeiramente por tudo.

– É UMA INFAME MENTIRA… Vejamos:

– A Proposta de Lei nº 131 da XIII Legislatura da 3ª Secção do Governo da República, que altera a Lei das Finanças Locais, resultante da votação indiciária ocorrida na reunião da Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa de 17 de julho de 2018 (altera a Lei nº 73/2013 de 3 de setembro …), prevê no seu art.º 80.º-A, sob a epígrafe Responsabilidade Financeira, nos seus pontos 1 e 2 a seguinte redação: «Artº 80.º Responsabilidade financeira 1 – Nas autarquias locais, a responsabilidade financeira prevista no nº 2 do art.º 61.º da Lei nº 98/97 de 9 de março, na sua redação atual, recai sobre os membros do órgão executivo quando estes não tenham ouvido os serviços competentes para informar ou, quando esclarecido por estes em conformidade com as leis, haja decisão diferente. 2 – A responsabilidade financeira prevista no número anterior recai sobre os trabalhadores ou agentes que, nas suas informações para o órgão executivo, seus membros ou dirigentes, não esclareçam os assuntos da sua competência de harmonia com a lei.».

– Se lermos com cuidado o art.º 80º que acima transcrevi, quem for minimamente lúcido perceberá que nenhum autarca fica desresponsabilizado das suas funções, pois continua a ser responsável pelos atos que pratica, como tem sido até hoje.

– O que acontece é um aditar à responsabilidade dos autarcas (presidente e vereadores) a dos técnicos, vulgo trabalhadores ou agentes, passando estes a ser co-responsáveis ou simplesmente responsáveis “per si” por informações que induzam eventualmente em erro o autarca que profere o despacho final, por não esclarecerem os assuntos da sua competência de acordo com a lei.

– Na prática é o seguinte:

– Imaginem que determinado autarca solicita um parecer técnico a um trabalhador da Câmara para poder decidir em conformidade. A sua decisão basear-se-á em função do que for a informação do técnico.

– Ora, se a informação que chega ao autarca é a base da sua decisão final, pode ocorrer três situações distintas: a) se o parecer do técnico estiver de harmonia com a lei e o despacho do autarca for no mesmo sentido, não haverá qualquer tipo de responsabilidade financeira para ambos; b) se o parecer do técnico estiver errado e se o autarca der um despacho em sentido igual, a responsabilidade recai somente sobre o técnico, ficando isentado o autarca; c) mas se o parecer técnico estiver certo e o autarca der um despacho contrário ou pior ainda, se o autarca não quiser ouvir os serviços competentes, a responsabilidade recai unicamente sobre o autarca, ficando ilibado o técnico.

– Esta é a minha opinião e vale o que vale. Tirem as ilações.

 

 

MIGUEL ALVES
Vice-presidente da Câmara de Santa Cruz

CINEMA NAS SELECÇÕES DE OUTUBRO

Outubro 04, 2018

antónio veríssimo

CINEMA

Foi a 27 de outubro de 1927 que o cinema mudou para sempre: estreava o filme  O Cantor de Jazz, o primeiro filme sonoro da história do cinema. Nesse dia o mundo do cinema ainda não imaginava a grande revolução que estava a chegar. Mas para muitas estrelas do cinema mudo, foi o pesadelo. A maioria desapareceu, esquecida e abandonada pelos estúdios, onde já só queriam produzir os sonoros. E as estrelas falavam mal ou tinham vozes péssimas. 

Conheça a revolução que marcou o cinema no artigo «Quando o Cinema Aprendeu a Falar», do jornalista Mário Augusto, e que é tema de capa desta edição.

Não perca ainda o artigo «24 Maneiras de o Sal o Deixar Doente», no qual lhe damos conta dos perigos escondidos atrás de alguns hábitos alimentares diários, onde o sal está presente. Defenda-se e proteja a sua saúde.

O ambiente está cada vez mais na ordem do dia, nomeadamente a preocupação com o aquecimento global. Ainda não estamos a salvo mas há muitas tendências positivas a ajudar o ambiente. Leia o artigo «Aquecimento Global – As Boas Notícias». 

Destaco ainda história de Joel de Carteret que, trinta anos depois de ter sido dado para adoção, regressou local onde nasceu para encontrar a mãe biológica. Todos os pormenores no artigo «Encontrar a Minha Mãe».

E como sempre divirta-se com as nossas páginas de humor. 

MÁRIO COSTA

Editor

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FLORESTAS EM RISCO NA EUROPA

Setembro 24, 2018

antónio veríssimo

Outra floresta na Europa está em risco de ser demolida a partir do mapa. Desta vez é a floresta Hambach, no oeste da Alemanha. A razão para esta destruição sem sentido? Para substituir as árvores com uma instalação de carvão marrom sujo! Hambach floresta está agora sob ameaça, e só através de uma acção podemos ajudar impedir que isso aconteça.

Embora a Comissão Coal foi criado pelo governo federal alemão, com um mandato para decidir sobre a eliminação progressiva de carvão, RWE, uma multinacional de energia, ainda insiste em prosseguir os seus esforços para limpar o que sobra da floresta Hambach para ativar -los a criar uma mina a céu aberto lá, antes de a Comissão dá ainda o seu veredicto sobre o futuro da poluição carvão. Isto mostra claramente interesse real da RWE na floresta.

Moradores e ativistas ambientais têm protestado por mais de 5 anos para proteger a floresta Hambach, mas apesar de várias queixas apresentadas às autoridades locais, que não conseguia parar de RWE de destruir mais um dos ambientes imaculadas cada vez mais raros da Europa. Por mais de uma semana, as forças policiais foram prender ativistas ambientais locais que têm lutado para evitar que veículos pesados, como escavadeiras e raspadores de entrar na área. Eles só podem resistir por tanto tempo ...

Mas quando a luta parece grande demais para moradores sozinho, nós - cidadãos da Europa - pode vir junto. Com uma campanha pública maciça de toda a Europa, podemos colocar pressão sobre o governo federal eo governo do Norte-Vestfália para usar seu poder para parar os motosserras antes que eles destruam o habitat natural de espécies únicas para esta área, como o Bechstein de bastão, o pica-manchado médio e o rato silvestre. Mas para que isso aconteça eles devem realmente começar a sentir o calor!

Em 6 de outubro, ativistas locais e ambientais se reunirá novamente para demonstrar em defesa da floresta. Nós podemos mostrar nosso apoio à sua luta pela segurança de nosso clima e pressionar o governo nacional para parar RWE até que a Comissão Coal apresentou a sua decisão ao phasing-out de carvão no país.

Como qualquer outra multinacional de energia, a RWE não só quer arrasar esta antiga floresta e destruir seu habitat, mas através de sua produção de lenhite ao longo da região da Renânia, a empresa também é responsável por 30% das emissões de CO2 da Alemanha. Todos os anos, a empresa desnuda um pouco mais da borda da floresta para expandir sua mina de lenhite a céu aberto.

Empresas de carvão geralmente não se coíbe de explorar nossas florestas para maximizar os seus lucros, enquanto poluindo o ar e para o ambiente em que vivemos. Muitas vezes, empresas como a RWE contribuir significativamente para situações que forçam as pessoas a deixar suas terras por causa do impacto das suas actividades: quando RWE adquiriu Hambach, a floresta coberta 13.590 acres. Hoje, apenas cerca de 10 por cento permanece.

Como cidadãos, estamos na linha de frente enfrentando as conseqüências do aquecimento global e da mudança climática causada em grande parte por empresas de carvão, como a RWE. E pode haver um caminho sem volta! Para que isso mude, precisamos reagir como uma comunidade europeia. Nós fizemos isso antes: protestos locais Relentless juntamente com a pressão internacional conseguiu parar o abate de árvores antigas na floresta de Bialowieza na Polônia.

Como parte da comunidade Tilt, podemos fazer uma mudança real quando combinamos uma boa causa com protesto local e pressão da opinião pública à escala europeia. Cabe a nós mostrar que podem.

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