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COMUNICAR E ENVOLVER - Oficina de comunicação livre e global

As notícias. os factos e as opiniões, nacionais e internacionais, nas mais diversas áreas, com gestão de António Veríssimo. Para se sentir sempre informado.

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Eco-raia promove produtos portugueses em Espanha

Novembro 29, 2017

antónio veríssimo

A Feira Transfronteiriça Eco-raia, promovida pela Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB), em parceria com a Diputácion de Salamanca (Espanha), realiza-se nos dias 09 e 10 de dezembro, em Salamanca, para divulgar produtos dos dois países.

“À semelhança dos anos anteriores, vão estar presentes mais de cem produtores portugueses e espanhóis que terão, mais uma vez, a oportunidade de exporem os seus produtos regionais, de excelente qualidade, permitindo ao público conhecer, provar e adquirir o que de melhor se produz na nossa região”, refere em comunicado a AMCB, que tem sede em Belmonte e que atualmente também é presidida pelo presidente deste município do distrito de Castelo Branco.

Segundo o referido, esta sétima edição do certame desenvolve-se no âmbito do Projeto BIN-SAL EMPREENDE e está inserida nas atividades da Comunidade de Trabalho BIN-SAl.

Segundo a nota informativa o “desenvolvimento sustentável da região” também passa pelo potencial dos produtos regionais, a informação da AMCB ressalva que a Eco-raia é mais uma oportunidade para os produtores mostrarem os seus produtos, algumas inovações e ao mesmo tempo estabelecerem contactos e trocarem experiências com novos produtores e com o mercado espanhol.

“Esta Feira contribui em larga medida para o processo de dinamização, modernização, internacionalização e diversificação do setor agroalimentar e turístico da região da Beira Interior e da Província de Salamanca. Prova disso são já os produtores portugueses que comercializam os seus produtos em Espanha por contactos conseguidos neste certame, em edições anteriores”, fundamenta.

A AMCB especifica ainda que também terá um stand representativo de promoção turística de todos os municípios portugueses envolvidos, designadamente Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Covilhã, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Fundão, Guarda, Gouveia, Manteigas, Mêda, Penamacor, Pinhel Sabugal, Seia e Trancoso.

BEIRA.PT

 

Aveiro palco do Festival Internacional de fotografia e vídeo de imagem e aventura

Novembro 29, 2017

antónio veríssimo

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A primeira edição do National Geographic Exodus Aveiro Fest, festival internacional de fotografia e vídeo de viagem e aventura, realiza-se nos dias 1, 2 e 3 de dezembro, no Centro de Congressos de Aveiro, e conta com a presença de alguns dos melhores fotógrafos e videógrafos do mundo.

O conceituado fotógrafo iraniano Reza Deghati vai marcar presença na abertura do evento.

O evento assenta na partilha de imagens e vídeos de expedições aos lugares mais remotos do planeta, com histórias de provação e desafios radicais, impossíveis de imaginar, e conta com o apoio da National Geographic, que se associa à missão de motivar pessoas a agir, contar histórias fascinantes e promover a geração de novas ideias e de inovação.

Entre os artistas convidados, que vão partilhar com o público as suas expedições e experiências incríveis, estão os fotógrafos GMB Akash, Ami Vitale, Pete McBride e Jody MacDonald, colaboradores da revista National Geographic, bem como Michael Clark, um dos mais conceituados fotógrafos de aventura e desportos radicais.

O Festival realiza-se nos dias 1, 2 e 3 de dezembro no Centro de Congressos de Aveiro, e, para além das oportunidades para networking entre os participantes e convidados, vai ter Exposições Fotográficas, Speaking Sessions, Travel Talks, Masterclasses, Atividades de Enriquecimento Criativo, Stands de Apresentação de Novas Tecnologias, e Late Night Sessions (convívio noturno).

JORNAL DA MEALHADA

DIVULGAÇÃO: A puppet show named Julio

Novembro 29, 2017

antónio veríssimo

Cinco bonecos da praia encontram-se na montanha. De onde, entre vales verdejantes, buscam harmonias e dissonâncias que ecoam até ao sítio onde começa a imaginação.

João Galo - Bateria, Percussão. João Pedro Maçarico - Guitarra. Luis Alcaide - Guitarra, Sintetizador. Luis Galo - Voz. Pedro Galo - Baixo, Sintetizador.

MATIAS DAMÁSIO NO FIM DE ANO DA PRAIA DE MIRA

Novembro 29, 2017

antónio veríssimo

Matias Damásio, A puppet show named Julio e Electric Boys são os nomes escolhidos para a Festa de Passagem do Ano de 2017 para 2018, na Praia de Mira.
Depois do impacto dos incêndios de Junho e Outubro que atingiram o interior e também o litoral, é chegada a hora de celebrar a chegada do ano novo em grande, com alegria e muita música mexida, que faça com que as mágoas e as tristezas sejam deixadas para trás.
RFM renovou a sua confiança na Praia de Mira, para fazer esta festa que pretende evocar um tempo de novas esperanças. Desta forma, o Largo da Barrinha será palco de 3 espetáculos que irão trazer um enorme número de visitantes até ao Centro de Portugal e, particularmente, ao Concelho de Mira. De norte a sul, muitos estarão centrados na sua atenção à esta região que muito tem a oferecer em matéria de turismo, gastronomia e outros aspectos que são capazes de fazê-los vir e voltar.
Com um staff para além de uma centena de pessoas da Câmara Municipal, Junta de Freguesia da Praia de Mira, Bombeiros, GNR e Proteção Civil, tudo está a ser planeado ao mais ínfimo pormenor para que, como anteriormente, esta noite seja somente de festa, de alegria e harmonia entre as milhares e milhares de pessoas que lá estarão.
marca RFM, por si só, já é o garante de que os presentes serão bastante entusiastas. Direcionada para um público-alvo identificado com o que esta festa atinge, esta parceria que tem dado frutos para ambos os lados. Esta rádio irá, mais uma vez, levar bem longe o nome da Praia de Mira e do Concelho, beneficiando – em última análise – o tecido empresarial mirense.
Que venha, então, tão desejada noite, que todos se divirtam e que a força do momento seja inspiradora para um 2018 que se espera, seja em grande…
MIRAONLINE

 

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PS e a força do acionista

Novembro 29, 2017

antónio veríssimo

Na reta final do Orçamento faltou coragem ao PS para romper com os maus hábitos do passado. Não é a primeira vez que divergimos, sobretudo em matéria orçamental. O país sabe que o Bloco não subscreve a obsessão com o défice zero que atrasa a economia e degrada os serviços públicos para agradar a Bruxelas. Também é pública a nossa diferença sobre a gestão da dívida pública e a necessidade de a reestruturar.

Desta vez não foi nada disto, foi a cedência do PS aos interesses privados que têm esmifrado o país ao longo de décadas. Não eram estas as “clientelas” a que o PSD se referia quando se viu sem assunto para criticar o Orçamento. Toda a gente sabe que estudantes, trabalhadores, pensionistas e contribuintes são, por definição, aqueles para quem se deve governar – chama-se povo. É preciso reconhecer coerência nesta forma de o PSD olhar para a governação como um apadrinhamento de interesses, e é por isso que a acusação revela uma enorme falta de vergonha na cara.

É bom lembrar que, na vertigem do ajustamento, a troika recomendou ao anterior governo várias medidas de cortes orçamentais, na sua maioria ataques aos trabalhadores e aos serviços públicos. Havia, no entanto, dois cortes que iam diretamente ao bolso dos interesses privados: os contratos de associação com os colégios privados e as rendas pagas às elétricas . O governo do PSD e do CDS não tocou em nenhum deles nem com a ponta de um dedo, quanto mais com a violência com que cortou salários e pensões.

Mas as culpas do PSD não desculpam o PS. Este herdou um sistema que ajudou a construir e que oferece à EDP um milagre elétrico: com apenas 12% da sua produção no nosso país, a EDP Renováveis obtém em Portugal 27% dos seus lucros. Os consumidores portugueses pagam mais 400 milhões de euros por ano pela produção renovável do que pagariam se os preços fossem os que a EDP Renováveis pratica na média dos países onde produz – por exemplo, na vizinha Espanha.

No processo da especialidade deste Orçamento, o grupo parlamentar do Bloco de Esquerda negociou com o governo e apresentou uma contribuição de solidariedade, uma medida corretiva, ainda muito parcial e moderada, que só em parte reduzia estes lucros excessivos das elétricas. Era uma medida que não atingiria qualquer novo investimento, só seriam chamados a contribuir os produtores antigos, cujos investimentos já foram várias vezes amortizados mas que mantêm as rendas excessivas definidas no passado.

Pelo que parece, a EDP não gostou e mandou votar contra. E o PS obedeceu.

Entenda-se que o problema de fundo não é o Bloco sentir-se ofendido por o PS ter mudado a sua votação na 25.a hora. Nem sequer por ter rompido com a palavra que tinha dado ao Bloco e ao país, tanto nas negociações como nas votações. E, apesar de não ser despiciendo, o que está em causa também não são os 250 milhões de receita que tanta falta fazem ao Orçamento.

O problema é a opção que o PS tomou entre alimentar clientelas privadas ou baixar a conta da luz ao povo. Esse PS da submissão aos interesses económicos foi o desastre que o país conhece bem. Fê-lo porque quis. Sem desculpas, nem sequer a indisponibilidade da esquerda para negociar.

 JOANA MORTÁGUA

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Deputada do Bloco de Esquerda

Governo deu ok a nova proposta do BE sobre taxa da energia 24 horas antes de mudar de ideias

Novembro 29, 2017

antónio veríssimo

A versão final da proposta do Bloco de Esquerda para criar uma nova contribuição extraordinária para os produtores de energias renováveis foi entregue nos serviços da Assembleia da República apenas na quinta-feira à noite. Mas o teor da medida – que só então passou a especificar um pagamento equivalente a 30% da diferença entre a tarifa recebida por esses produtores e o preço diário da eletricidade no mercado grossista – foi acordado com o Governo nos dias anteriores e teve luz verde dos ministérios das Finanças e da Economia. Daí a surpresa dos bloquistas pela alteração de ideias do Executivo, menos de 24 horas depois – na noite de sexta-feira –, e quando o grupo parlamentar do PS já tinha viabilizado a medida.

Os contornos do processo foram confirmados por fontes próximas às negociações entre o BE e o Governo, na sequência de declarações do presidente da Apren – Associação de Energias Renováveis, António Sá da Costa, que admitiu ao Expresso ter apelado na passada quarta-feira a que o Bloco retirasse a sua proposta inicial, mais genérica, que recomendava ao Governo estudar a aplicação, a partir de 2019, de uma contribuição também aos produtores de energias renováveis, que tinham ficado a salvo da CESE – Contribuição Extraordinária sobre o Sector Energético.

Mas, segundo Sá da Costa, depois a proposta mudou, passando a contemplar já em 2018 um pagamento equivalente a 30% da diferença entre a tarifa recebida por esses produtores (mais alta) e o preço diário da eletricidade no mercado grossista (historicamente mais baixo). E se numa primeira fase o presidente da Apren fez um apelo ao BE para que desistisse da proposta e sensibilizou os líderes parlamentares dos restantes partidos a votar contra a iniciativa dos bloquistas, a versão final da proposta apanhou-o desprevenido e sem tempo para repetir o apelo aos partidos com assento parlamentar.

As fontes ouvidas pelo Expresso asseguram, no entanto, que no Governo ninguém foi apanhado de surpresa pela proposta final do BE e que na bancada do PS se sabia em detalhe aquilo que se estava a votar na sexta-feira, quando a proposta foi inicialmente viabilizada com o apoio do PS. No mesmo sentido, os bloquistas rejeitam as justificações entretanto apresentadas pelo PS para a sua mudança de voto – e que apontam no sentido da necessidade de uma reflexão aprofundada sobre o impacto que a adoção desta medida poderia ter a nível reputacional e jurídico para o Estado português.

Uma posição que as fontes do BE ouvidas pelo Expresso defendem ser "contraditória" com a concordância assumida pelo próprio Governo escassas horas antes da mudança de sentido de voto e que não pode ser justificada com questões de litigância, dado que estas estão sempre previstas e contempladas em qualquer processo desta natureza.

EXPRESSO

Formação SOS RACISMO naTocha

Novembro 28, 2017

antónio veríssimo

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A luta anti-racista, como todas as lutas políticas, só consegue acumular forças se conseguir articular o ativismo militante com o debate ideológico, através da discussão teórica e ideológica, da formação e da produção de pensamento crítico alternativo. Por isso, no fim de semana que se aproxima vai haver Formação do SOS RACISMO, na Tocha. Eis o programa:

6ª feira -  1 de dezembro 

10h00: Recolha de Dados Étinco-Raciais: para quê?

14h30: Associativismo Cigano: Perspetivas

17h30: Afro descendentes: Oportunidade perdida?

sábado - 2 de dezembro 

10h00: Plataformas e Trabalho em Rede

14h30: Cultura e Racismo: Intervenção Cultural

17h30: Lei Contra a Discriminação Racial

Aceitam-se inscrições: sosracismo@gmail.com

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