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COMUNICAR E ENVOLVER

Uma oficina livre de comunicação global, nas mais diversas áreas, gerida por António Veríssimo.

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28
Mar18

Praia de Mira coberta por Internet gratuita a tempo da época balnear

antónio veríssimo

Os espaços públicos da Praia de Mira estarão cobertos, a partir de junho, por uma rede gratuita de Internet sem fios, investimento de 53,5 mil euros da Câmara de Mira, financiado a 90% por fundos comunitários.

Denominado "Mira - Free Wi-fi Tourism", o projeto resulta de uma candidatura da Câmara de Mira à Linha de Apoio à Disponibilização de Redes Wi-fi do Programa Valorizar - Programa de Apoio à Valorização e Qualificação do Destino.

"O projeto integra-se no documento estratégico do turismo de Portugal e na estratégia da praia digital e inovadora, iniciado já na época balnear de 2014 no âmbito da Bandeira Azul", esclarece o presidente da Câmara de Mira, Raul Almeida.

 

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O autarca acrescenta que "a execução do projeto irá decorrer entre abril e junho de 2018, o que fará com que seja uma realidade já na próxima época balnear".

Na prática, o incentivo financeiro de natureza não reembolsável concedido pelo Programa Valorizar é de 48,130.38 euros, o que corresponde a 90% do custo total do projeto.

Quando estiver concluído, o "Mira - Free Wi-fi Tourism" irá disponibilizar Internet gratuita não só no areal da praia, como até aqui, mas também nos principais espaços públicos, como a marginal (Avenida Arrais Baptista Cera), Barrinha de Mira e na chamada zona do Palco, onde decorrem os principais espetáculos ao ar livre.

"É mais um investimento destinado a melhorar as condições oferecidas a quem nos visita, na linha do que tem sido feito nos últimos anos. Somos a única zona balnear do mundo que ostenta a Bandeira Azul desde o lançamento do galardão e por isso temos um reputação a manter", refere Raul Almeida.

Para além de 'wi-fi' em toda a praia, Mira deverá manter em funcionamento na época balnear os indicadores de radiação ultravioleta e o aparelho desenvolvido pela Universidade de Aveiro, em parceria com a Liga Portuguesa Contra o Cancro e da Câmara Municipal de Mira, que ajuda a prevenir escaldões.

DN

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28
Mar18

Mireille não acreditava na maldade. Foi assassinada por ser judia

antónio veríssimo

Políticos, religiosos e organizações judaicas em França reagem com consternação, condenando o assassínio da francesa Mireille Knoll, de religião judaica, e apelando a uma marcha condenando o anti-semitismo.

Com 85 anos, Mireille Knoll, francesa de confissão judaica, não acreditava na maldade do ser humano. Foi encontrada morta no seu apartamento em Paris. No quarto, uma foto da velha senhora, de rosto alegre e sorridente, que depois de ter escapado ao holocausto acabou por morrer carbonizada em casa.

A polícia prendeu dois suspeitos, um dos quais seu vizinho, que terá apunhalado a idosa e ateado fogo ao seu apartamento, no XI° bairro da capital gaulesa. O autor do crime, muçulmano, desferiu 11 golpes sobre a idosa com uma arma branca e lançou fogo ao seu apartamento.

Já conhecido por roubo e agressões sexuais, o homicida sabia da religião da vítima. Segundo o cúmplice, terá gritado “Allah Akbar”, Deus é grande, enquanto esfaqueava Mireille. A expressão tem sido usada por jihadistas muçulmanos em acções terroristas.

A polícia abriu um inquérito aos dois suspeitos, acusados de crime com motivações raciais.

Durante a II Guerra Mundial, Mireille Knoll tinha conseguido fugir da grande operação conhecida em França como “Rafle de Vel d’Hiv”, na qual milhares de judeus foram detidos durante e enviados para os campos de concentração nazi entre os dias 16 e 17 de julho de 1942. Depois de fugir com um passaporte brasileiro, refugiou-se em Portugal.

O presidente francês, Emmanuel Macron, denunciou “o crime hediondo” e reafirmou a sua determinação absoluta em lutar contra o antissemitismo.  “O assassínio de uma idosa sem qualquer outra razão a não ser o facto de ser judia é completamente inaceitável”, declarou o líder do República em Marcha, partido no poder.

O assassinato provocou grande comoção na comunidade judaica, e acontece um ano após a morte de outra idosa judia, Sarah Halimi, de 65 anos, também vítima de um ataque anti-semita cometido por um vizinho.

Organizações religiosas e judaicas lançaram um apelo nas redes sociais a uma “marcha branca” pela memória de Mireille, tendo convocado uma grande manifestação contra a violência para esta quarta-feira. Também Anne Hidalgo, presidente da câmara local, convida os parisienses a manifestar-se em protesto pela morte da idosa.

O protesto tem início às 18h30, os participantes deverão comparecer de branco – para homenagear a senhora que não acreditava na maldade de quem a assassinou, e para mostrar que também são todos Mireille.

ZAP

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28
Mar18

Portugal é campeão do mundo de columbofilia

antónio veríssimo

Portugal sagrou-se, esta terça-feira, campeão do mundo de columbofilia, modalidade desportiva relacionada com pombos-correio. A competição disputou-se em Taiwan e Portugal saiu vencedor nas três principais categorias: individual, pombo ás e por países.

Na competição disputada entre 20 países, a seleção nacional dominou por completo as principais categorias. Os pombos foram soltos de Taoyuan City para Pingtung, em Taiwan.

Na prova individual, o pombo pertencente à equipa Sporting Pigeons Team/Portugal, da Associação Columbófila de Lisboa, arrecadou o primeiro lugar. Destaque ainda para o quarto posto da Queijaria Cachopas e a quinta posição das Asas de S.Julião, ambas do distrito de Évora.

Na prova por países, Portugal também se sagrou campeão do mundo.

A columbofilia é uma modalidade desportiva que consiste numa corrida entre pombos-correio. Os columbófilos, criadores de pombo-correio, potenciam capacidades físicas e de orientação dos animais para a competição.

JN/MIRAONLINE

28
Mar18

“Fazer as pazes com a floresta”

antónio veríssimo

"Temos de fazer as pazes com a floresta." As palavras são de Nádia Piazza, presidente da Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande, em resposta à "guerra aos incêndios" declarada pelo secretário de Estado do Desenvolvimento e das Florestas, Miguel Freitas, no Pinhal de Leiria. "Eu diria antes que o País deveria travar uma guerra pela mudança de mentalidades no que diz respeito aos fogos e à floresta", adiantou. "Teria alguma contenção em afirmações deste género", acrescentou, em resposta ao governante. "Devemos encarar o fogo como um evento natural que se impõe ao homem há séculos. Importa que nos adaptemos ao fogo como acontecimento inevitável durante o período crítico", afirmou esta segunda-feira ao CM. Foi a 16 de junho do ano passado que Nádia Piazza descobriu que estava grávida do segundo filho. No dia seguinte, uma das páginas mais negras da história dos fogos no país seria escrita nos concelhos do pinhal interior. Nádia Piazza perdeu o filho Luís, de cinco anos, o ex-marido e a sogra, três das 62 vítimas mortais - número que viria a aumentar para 66 - que o fogo reclamou. O dia seguinte marcaria o início de uma longa jornada de luta por justiça, pela memória das vidas que se perderam e pela garantia de que a população estará melhor preparada quando as chamas voltarem. Radicada em Portugal há 18 anos, Nádia acredita que é imprescindível educar as populações no que fazer, e como fazer, em casos de incêndios. "Não se espera que as pessoas combatam um incêndio florestal. Isso compete aos bombeiros", afirmou. "Pretende-se é que as pessoas consigam resistir e sobreviver à passagem do fogo", rematou.

GNR com 470 mil euros para quartel do GIPS 

O ministério das Finanças desbloqueou uma verba de 470 mil euros para fazer obras no quartel da Unidade de Intervenção da GNR, na Pontinha, Odivelas, onde está instalado o Grupo de Intervenção, Proteção e Socorro (GIPS). Depois de ter sido autorizado o reforço desta unidade com mais 600 elementos, para fortalecer o sistema de combate a incêndios, a GNR percebeu a necessidade de ampliação do quartel onde o GIPS se encontra agora. Assim, foi publicado esta segunda-feira em ‘Diário da República’ o decreto que desbloqueia a verba necessária às obras.

CORREIO DA MANHÃ

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27
Mar18

Batata-doce: informação e benefícios

antónio veríssimo

A batata-doce é um tubérculo com algumas variedades do seu tipo, sendo que a cor da pele e da polpa são as variáveis mais evidentes. Apresenta vários benefícios para a saúde e cada vez mais, faz parte dos alimentos diários de muitos portugueses que se preocupam com a saúde e boa alimentação. Saiba tudo sobre este alimento.

Se para alguns, a batata-doce ainda não faz parte da lista de compras, para outros, já dispensa apresentação e já nem existe espaço na dieta para outro tipo de batata.
Com efeito, nos últimos anos, multiplicaram-se o número receitas que usam este alimento como ingrediente, assim como o número de profissionais de saúde que recomenda a sua inclusão na rotina alimentar.
batata-doce é, botanicamente, um tubérculo proveniente de uma planta rasteira, cultivada pelos povos indígenas da América do Sul e Central. Existem diversas variedades de batata-doce (aproximadamente 400), sendo que a cor tanto da pele como da polpa pode variar entre o branco, o amarelo, o laranja, o rosa e o roxo.
Apesar de a grande maioria destas variedades se apresentarem sob a forma clássica da batata, curta e arredondada, é também comum encontrar variedades com uma forma mais alongada e cónica.
As suas principais características diferenciadoras são o seu sabor adocicado e as suas cores vivas. 

A batata-doce tem uma excelente capacidade para fornecer energia devido aos seus carboidratos saudáveis que não elevem em excesso o nível de açúcar no sangue, sendo uma excelente opção para quem malha frequentemente.

Além disso, quando consumida em pequenas quantidades, também pode ser usada em dietas de emagrecimento pois ajuda a diminuir rapidamente a fome. Veja como fazer deve ser a sua dieta se quer ganhar músculos e emagrecer.

 Assim sendo, alguns dos principais benefícios da batata doce para a saúde incluem:
  1. Facilita o aumento de massa muscular porque fornece a energia necessária para o treino;
  2. Ajuda a controlar a diabetes porque tem baixo índice glicêmico;
  3. Emagrece pois diminuir o apetite;
  4. Fortalece o sistema imunológico porque tem boa quantidade de vitamina A;
  5. Melhora o funcionamento do intestino, porque é bastante rica em fibras.

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VIDA ACTIVA

27
Mar18

Um mar de gente em Lagos contra a exploração de petróleo no Algarve

antónio veríssimo

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Um mar de gente em Lagos contra a exploração de petróleo no Algarve e a recusar o furo de Aljezur. Uma excelente mensagem contra a demagogia dos políticos do Algarve que dizem sempre que somos poucos, para justificar a sua inacção contra o Governo de António Costa. Em Loulé, os representantes da autarquia louletana disseram-nos que não tínhamos força porque tínhamos pouca expressão no espaço público. Vamos ver o que dizem agora. O costume quando há muita gente nas ruas é fecharem os olhos e fazerem que não vêem. A política morreu. Resta tomar o poder nas ruas.

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 INDYMEDIA

27
Mar18

DECO alerta para ilegalidade da cobrança de faturas em papel pela MEO

antónio veríssimo

"A DECO já denunciou esta prática à Anacom -- Autoridade Nacional de Comunicações e irá continuar a acompanhar esta situação. Caso tenha recebido o aviso de que lhe será cobrado um euro pelo envio da fatura contacte os nossos serviços", lê-se na nota da associação, publicada esta manhã no seu site.

A Deco refere que tem recebido "inúmeras reclamações relativas à intenção da MEO/Altice de passar a cobrar aos seus clientes, a partir já do próximo dia 01 de abril, um euro por cada fatura mensal, caso não passem para a fatura eletrónica".

A fatura "é um direito do consumidor, não é um serviço a pagar", esclarece a DECO, naquela nota, defendendo que tal cobrança constitui "uma lesão grave e manifestamente ilegal" dos consumidores clientes da Altice.

"Receber faturas gratuitas relativas aos serviços que lhes sejam prestados é um direito dos consumidores e um dever dos prestadores de serviços", adverte a associação, lembrando que a Lei dos Serviços Públicos Essenciais "estabelece claramente" que o direito a uma fatura com uma periodicidade mensal e com os serviços prestados e as correspondentes tarifas discriminados.

"Trata-se de um direito de natureza imperativa, querendo tal dizer que não pode por isso ser afastado pelas partes, sendo ilegal qualquer convenção ou disposição que exclua ou limite este direito, como pretende a Altice", conclui a DECO.

A associação alega ainda que a Lei da Proteção de Dados Pessoais e Privacidade nas Telecomunicações estipula que, tratando-se da prestação de serviços de comunicações eletrónicas, o consumidor tem direito a uma fatura gratuita, e esse mesmo direito está garantido pela própria Lei das Comunicações Eletrónicas.

 

"E nunca poderá colher o argumento de que esta obrigação legal de emissão de fatura gratuita se encontra plenamente cumprida através de uma versão eletrónica, uma vez que nem todos os consumidores possuem ou são obrigados a possuir endereço de 'email'", concluiu.

 

27
Mar18

OPINIÃO: Cancelar a propina. Reconquistar a educação!

antónio veríssimo

Milhares de jovens vêem-se forçados a abandonar o Ensino Superior. As despesas em propinas, taxas, alojamento, transportes e alimentação são de tal maneira elevadas que muitos nem o consideram, até porque o diploma já não é garantia de emprego, nem de um futuro livre de precariedade ou endividamento.

O direito universal a todos os níveis de ensino e a gestão democrática das instituições foram conquistas da Revolução de 1974. Contudo, a reacção neoliberal que se seguiu esvaziou a democracia nas instituições, reduzindo a representação dos estudantes e trabalhadores nos órgãos de gestão. A elitização recomeçou com uma série de novas barreiras ao acesso ao Ensino Superior, nomeadamente o limite de vagas e provas de acesso, negando novamente o acesso da classe trabalhadora, que não possui as condições materiais necessárias para apoios e uma educação de qualidade.

A propina é introduzida na década de 90, no governo do PSD de Cavaco Silva. Embora com um valor bastante reduzido em relação à propina actual, representou um ataque fundamental ao ensino público e democrático, pois abriu caminho à desresponsabilização do Estado no financiamento do Ensino Superior. Trata-se, portanto, de um mecanismo de divisão de classes no acesso a estudos superiores, tornando o ensino crescentemente elitista e voltado para os interesses de empresas e investidores que detém cada vez mais poder de decisão sobre o rumo das instituições de ensino.

A propina das Licenciaturas encontra-se fixada no tecto máximo de €1063 anuais, e em Mestrados pode ultrapassar os €2000. Algumas instituições quebram tratados internacionais, chegando a cobrar €7000 a estudantes internacionais, como é o caso da Universidade de Coimbra (UC).

Sob o pretexto da crise, nos últimos anos, o Estado tem assegurado apenas cerca de 50% do financiamento das instituições, forçando-as a procurar receitas privadas ou a aderirem a semi-privatizações como o modelo fundacional. Assim, a luta contra as propinas deve partir de uma exigência de maior financiamento do Estado e de gestão democrática das instituições de ensino, como única garantia de que, mesmo pondo fim às propinas, não aparecerão novas formas de discriminação.

É necessária a construção de uma campanha organizada que reuna estas exigências, com um programa concreto, com métodos e objetivos definidos, que possa reunir os estudantes e a juventude trabalhadora, assim como todas as organizações que tenham objetivos em comum, numa estrutura de base, democrática, que faça uso dos métodos de luta da classe trabalhadora, como greves, manifestações e ocupações.

O Sindicato de Estudantes apela à participação na campanha Cancela a Propina e luta para que essa estrutura seja capaz de reunir a massa estudantil e trabalhadora, através de núcleos e assembleias de discussão e construção em todas as escolas, universidades e politécnicos. A organização vem com o diálogo, consciencialização e intervenção junto de estudantes, como tal, a campanha será inaugurada com uma petição pública.

JOÃO GONÇALVES/A CENTELHA

SOCIALISMO REVOLUCIONÁRIO/COIMBRA

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 Manifestação do Dia Nacional do Estudante, Lisboa 22/03/2018, foto de Rebeca Csalog

27
Mar18

Vai trabalhar nos feriados de Páscoa? Conheça os seus direitos

antónio veríssimo

Sabia que se for trabalhar num dia em que seja feriado obrigatório deve receber a remuneração desse dia em dobro? Mas há mais direitos que deve conhecer.

Um dia de feriado não é um dia normal e os trabalhadores devem saber disso, para poderem reivindicar aquilo a que têm direito. Nesta altura, aproximam-se dois feriados obrigatórios em território nacional, o da Sexta-feira Santa e do Domingo de Páscoa, dias 30 de março e 1 de abril, respetivamente. 

De acordo com o Código do Trabalho, um trabalhador só está obrigado a trabalhar aos feriados se essa cláusula constar no contrato de trabalho.

Para além disso, a remuneração daquele dia, em particular, é recebida em dobro, o que significa que um feriado equivale a dois dias de trabalho. Por exemplo, se num dia normal o trabalhador ganha cinco euros por hora, naquele dia ganhará 10 euros por cada hora de trabalho.

“O trabalhador que presta trabalho normal em dia feriado em empresa não obrigada a suspender o funcionamento nesse dia tem direito a descanso compensatório de igual duração ou a acréscimo de 100 % da retribuição correspondente, cabendo a escolha ao empregador”, pode ler-se no Artigo 269.º do Código do Trabalho.

Porém, esta medida remuneratória apenas se aplica aos feriados obrigatórios, entre eles os dias 1 de janeiro, Sexta-feira Santa, Domingo de Páscoa, 25 de abril, 1 de maio, 10 de junho, 15 de agosto, 8 e 25 de dezembro. Os restantes feriados, municipais e a terça-feira de Carnaval, não estão abrangidos pela regra, a não ser que o contrato de trabalho preveja o contrário.
 

BEATRIZ VASCONCELOS/NOTICIAS AO MINUTO

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