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COMUNICAR E ENVOLVER - Oficina de comunicação livre e global

As notícias. os factos e as opiniões, nacionais e internacionais, nas mais diversas áreas, com gestão de António Veríssimo. Para se sentir sempre informado.

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DiEM 25 TEM NOVO COLECTIVO COORDENADOR

Agosto 30, 2018

antónio veríssimo

Os membros do DiEM25 votaram e emergiu um novo Colectivo Coordenador. Os vencedores como os candidatos, são representativos do nosso movimento: Intelectuais, artistas, activistas e cidadãos preocupados que estão representados nos resultados das eleições!

Fica a conhecer as mulheres e os homens que escolheste para guiar o nosso movimento nos meses que se avizinham!

  • Noam Chomsky, reeleito (76.2%) - 2942 votos
  • Virginia López Calvo ( 56.57%) - 2184 votos
  • Brian Eno, reeleito (49.31%) - 1904 votos
  • Renata Avila, reeleito (45.43%) - 1754 votos
  • Rosemary Bechler, reeleito (38.64%) 1492 votos
  • Eírini Mítsiou (35.15%) 1357 votos

Fonte: DiEM 25

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JORNAL MAPA: NR 21 NAS RUAS

Agosto 29, 2018

antónio veríssimo

Esta nas ruas a 21ª edição do Jornal MAPA.

A terminar o quente mês de Agosto a presente edição dá destaque especial a duas questões essenciais. De um lado um Caderno Central “Amor e uma ordem de despejo”, construido a várias mãos, dedicado à habitação na cidade do Porto com um especial foco nos inúmeros processos de despejos, bem como na atual dinâmica de transformação da cidade. Por outro uma longa entrevista de Filipe Nunes a Mickael Correia, autor do best-seler “Uma história popular do futebol”, um livro sobre as fintas que o futebol popular tem feito ao capitalismo ao longo dos tempos.

No entanto a presente edição tem ainda outras peças inevitáveis. Uma delas é “Flotilha de Liberdade: uma história a três tempos”, uma reportagem de Zita Moura sobre o conjunto de embarcações que nos últimos anos tem levado ajuda e solidariedade à faixa de Gaza e que recentemente passou por Cascais. Mas também uma atualização da situação da indústria fóssil em Portugal através de uma infografia/cronologia a cores na paginas centrais. Assim pode ser destacada e colocada numa qualquer parede. A não perder surgem ainda as peças sobre os acordos de Paris para o clima, sobre as fronteiras e a xenofobia, sobre o despejo da ocupação galega “Insubmissa” entre diversas curtas. De leitura obrigatória são também as crónicas habituais de Jorge Valadas, a série sobre o Transhumanismo e a secção Tripalium, dedicada às questões laborais. Mas também a peça de Júlio Silvestre sobre o recente conferência ”Anarcha Portugal” e a rubrica musical de Diogo Duarte desta vez dedicada ao livro “As palavras do Punk”

Consulta os pontos de distribuição do jornal MAPA em jornalmapa.pt ou regista uma assinatura

 
 

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CAMPEONATOS DE COLUMBOFILIA EM PORTOMAR

Agosto 28, 2018

antónio veríssimo

No próximo sábado, dia 1 de setembro, o Columbódromo Internacional Gaspar Vila Nova, em Portomar, é a “casa” dos Campeonatos Internacionais de Columbofilia - Mira 2018.

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A prova organizada pela Federação Portuguesa de Columbofilia (FPC), com a colaboração do Municipio de Mira, coloca em competição pombos-correio provenientes de 29 países diferentes.

UMA JORNADA QUE PERPETUA A MEMÓRIA DE UM HOMEM: GASPAR VILA NOVA.

Governo quer novo mapa de freguesias antes das autárquicas de 2021

Agosto 24, 2018

antónio veríssimo

O Governo quer definir um novo mapa de freguesias até às próximas eleições autárquicas, em 2021.

Segundo avança o Jornal de Notícias ,a proposta de lei que o Ministério da Administração Interna está a ultimar não reverte diretamente a fusão feita em 2013, mas dá aos autarcas poder para desagregarem as respetivas freguesias.

Haverá, contudo, critérios a seguir a criação ou união de freguesias, que não são para já revelados. A proposta será levada ao Parlamento no início da próxima sessão legislativa, ou seja, a partir de 15 de setembro.

O Governo recusa uma "reversão direta", mesmo nos casos dos autarcas se opuseram à agregação em 2013.

PCP, Bloco de Esquerda e Verdes também têm projetos para alteração da lei quadro das freguesias. Enquanto comunistas e 'verdes' querem a reposição automática das freguesias que se opuseram à remodelação do mapa, o Bloco admite a realização de referendos locais.

Há um ano, o grupo técnico é coordenado por Filipa Isabel Mourão da Fonseca, Chefe do Gabinete do Secretário de Estado das Autarquias Locais, sugeria que a criação ou fusão de freguesias deveria ter por base cinco critérios:

Prestação de serviços à população; eficácia e eficiência da gestão publica; população, área e meio físico; história e identidade cultural: representatividade e vontade política da população.

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CAROLINA RICO

TSF

PORTOMAR HOMENAGEOU JOSÉ COLAÇO

Agosto 16, 2018

antónio veríssimo

As homenagens a quem é merecedor delas devem ser feitas em vida e as gentes mais representativas do melhor que se faz em Portomar perceberam isso com esta homenagem a um homem ímpar.
José Colaço merece isto e muito mais. É sempre bom ver que há quem não se esqueça disso. Parabéns aos organizadores da homenagem, parabéns amigo Zé.

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Comunicação política inovadora precisa-se

Agosto 13, 2018

antónio veríssimo

Na próxima 'rentrée' política é preciso erradicar a velha queixa de que “os políticos são todos iguais”. Mas será que os partidos já perceberam isso?

Perante a notícia da reforma de Robert Redford, anunciada pelo próprio há dias, dei por mim a refletir sobre a sua extensa filmografia, onde é inegável o fascínio do ator pela política. “O Candidato” de 1972, realizado por Michael Ritchie, é um dos seus filmes mais memoráveis e capta na perfeição a hipocrisia e o absurdo que rodeia uma campanha eleitoral. Sob o lema “A Better Way”, o candidato John McKay interpretado por Redford é um político idealista que constrói o seu caminho até ao dia das eleições, abdicando em grande parte dos seus valores e cedendo ao peso opressivo da máquina partidária.

Mais de 40 anos depois, quão diferente seria atualmente a campanha de McKay? Para começar, o público de hoje não ficaria verdadeiramente surpreendido com a forma como o candidato cedeu nos seus valores para obter ganhos políticos. E, certamente, não ficaria surpreendido com a necessidade de performance em torno da campanha política.

Além disso, McKay não estaria exclusivamente dependente do impacto na televisão, mas teria ao seu dispor toda uma panóplia de ferramentas digitais onde o contacto imediato com o eleitor poderia incentivar a sua candidatura, mas também contribuir para a sua queda, caso desse um passo em falso nas suas contas de Facebook, Twitter ou Instagram.

Olhando para o caso particular de Marcelo Rebelo de Sousa, o Presidente da República inaugurou um estilo muito semelhante ao de um reality show em que se submete constantemente ao escrutínio das câmaras de televisão. No meio das suas encenações, chama (ou desvia) a atenção para as questões do dia. A sua aparente naturalidade já conquistou adeptos, mas também detratores que questionam o excesso mediático.

Não é fácil esse estilo arriscado. Ainda esta semana António Costa publicou fotos no Twitter que mostram o primeiro-ministro no seu gabinete a acompanhar a situação dos incêndios de Monchique, tendo causado uma reação negativa inusitada por muitos sentirem que as fotos transmitiram “falsidade”.

Mas o que diferencia realmente os casos de Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa? Não serão ambos reflexo deste novo tempo mais imediato, mais célere e mais exigente em termos de presença e ação?

Estamos prestes a entrar em período pré-eleitoral e à medida que se aproxima 2019, ano de europeias, legislativas e eleição do Governo Regional da Madeira, iremos assistir a estratégias de comunicação cada vez mais agressivas, em que voltarão em força os slogans banais, os outdoors ruidosos, os comícios de campanha, sendo que tudo não passará de uma encenação perante os jornalistas que estão lá para garantir a visibilidade.

No entanto, muito do que funcionava anteriormente é hoje obsoleto. O financiamento e as táticas de sempre não bastam para ganhar eleições. Uma estratégia de comunicação inovadora e eficaz que saiba dar a volta à velha queixa de que “os políticos são todos iguais” será fundamental a partir da próxima rentrée política. Resta saber se os partidos políticos portugueses já compreenderam isso e se querem de facto reduzir a abstenção.

 

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 SAFAA DIB

O JORNAL ECONÓMICO

"Fascistas do terceiro milénio" estão em Portugal. Russos e italianos apoiam

Agosto 12, 2018

antónio veríssimo

As autoridades - SIS e PJ - estão alerta e a vigiar estas novas organizações ainda com pouca expressão. Nos últimos três anos destacaram-se cinco movimentos identitários neonazis, alguns atraíram históricos skinheads.

São 14 as palavras-chave decoradas pelos militantes: "Devemos assegurar a existência do nosso povo e um futuro para as crianças brancas", uma expressão inspirada no Mein Kampf, de Adolf Hitler. Quando se juntam repetem sílaba a sílaba. É a essência dos novos grupos chamados de "identitários" que se têm avolumado por toda a Europa e que também procuram espaço no nosso país. São os "fascistas do terceiro milénio", classifica José Pedro Zúquete, investigador do Instituto de Ciências Sociais, que vai em outubro lançar um livro nos EUA sobre o tema. "Rejeitam a esquerda progressista e a direita liberal e, inspirados nos italianos Casapound, reivindicam a herança do fascismo para o novo milénio", explica.

É também sobre a expansão deste fenómeno em Portugal que alerta o Serviço de Informações e Segurança (SIS) no último Relatório de Segurança Interna, tendo o atual diretor nacional da Polícia Judiciária, Luís Neves, assumido o combate à "extrema-direita emergente e criminosa". Com a fação "criminosa" destes extremistas quase paralisada nos últimos anos com as investigações e detenções da Judiciária - com destaque para os seguidores e desertoresskinheads de Mário Machado - restam os "emergentes". "São sempre grupos de risco, alvo de atenção especial, mas a liberdade de expressão é um direito. O crime só está quando concretizam os seus discursos racistas e xenófobos ou há apelos diretos à violência. É ai que a PJ atua. E vale tanto para extrema-direita como para a extrema-esquerda", explica uma fonte policial que acompanha estes movimentos.

A fronteira é fina e frágil como porcelana, até porque, conforme o DN pode confirmar em fontes abertas na internet, estão identificados na esfera de influência destas novas organizações, alguns históricos dos cabeças-rapadas, como é o caso de dois dos condenados pelo assassinato de Alcindo Monteiro no Bairro Alto, em 1995.

Nos últimos três anos, cinco novas organizações surgiram ou ressurgiram nos radares das autoridades: Misanthropic Division - Portugal; Portugueses Primeiro; Trebaruna (esta replicada noutra, a Lisboa Nossa); Escudo Identitário e o Movimento Social Nacionalista.

O "que mais preocupa é que existe um novo perfil nos seus militantes, com potencial para atrair mais gente, principalmente jovens nas escolas secundárias e universidades, através das redes sociais. Já não são osboneheads (cabeças-ocas) dos skinheads, estamos perante jovens universitários, licenciados com capacidade de retórica capaz de grande influência em determinados contextos socioeconómicos", explica uma outra fonte policial.

Uma forma própria de vida

Têm atividade pública e regular nas redes sociais. Mais ativos são os militantes do Escudo Identitário e os Portugueses Primeiro. Há menos de um mês, trouxeram a Portugal neonazis russos e italianos - um deles Gianluca Iannone, o presidente do Casapound,um partido assumidamente fascista que concorreu às últimas eleições italianas. O anunciado Concerto Patriótico, o segundo no espaço de um ano, pretendia ser uma prova de força e uma demonstração de crescimento em território nacional. Felizmente, registaram as autoridades, ficou muito aquém das expectativas, com fraca adesão e alguns prejuízos financeiros para a organização que tinha apostado forte na participação dos estrangeiros.

O programa foi preparado para preencher os "três eixos" dos movimentos identitários: uma conferência (aqui participaram os neonazis russos e italianos) para a doutrinação; uma "gala" de luta (no caso um espanhol contra um português) para vincar a importância da preparação física para estes "soldados" da nova geração; e o momento de confraternização, com um concerto (realizado numa discoteca em Alcântara) com a participação de duas bandas italianas, a Zetazeroalfa - ZZA (cujo vocalista é Iannone) e o rapper Bronson.

"Os desportos de combate (boxe, artes marciais, etc.) fazem parte do seu combate cultural: estão nos antípodas de uma sociedade burguesa, "macia", efeminada, que neutraliza o conflito, que tem horror à violência", salienta Zúquete. Os concertos, como os do ZZA, acrescenta, "são muitas vezes palco de danças que são vividas como "lutas" entre os participantes. O objetivo é sempre o mesmo: a criação de um espírito de corpo, de camaradagem - e através da luta, do suor, da violência - o alcançar de um modo de vida mais vital, mais trágico, mais perto da vida como ela é na sua essência, em vez da vida desagregada, atomizada e desvitalizada que eles veem nas sociedades contemporâneas. Criar uma contracultura, combater as ideias dominantes, atrair os jovens, ensinar-lhes a "viver" uma vida diferente: esta é a meta do casapoundismo, a nova versão da direita radical para o século XXI". No seu entender, "esta nova tendência - e a sua expansão, ainda que muito incipiente no caso português (seguramente pouco mais de cem ativistas) - é algo mais relevante do ponto de vista da direita radical e antissistémica, do que as zaragatas entre motards ou a suposta "infiltração neonazi" em claques de futebol".

Jovens, hipsters e educados

Quando falou ao DN, Filipe Pathé Duarte, especialista terrorismo e segurança interna, estava em Oxford, por coincidência num seminário sobre antissemitismo e extremismo violento. A preocupação com o crescimento da extrema-direita - quer em partidos populistas, quer em forma de organizações de direita radical com atividade criminosa, quer com os grupos identitários, é transversal. Estes últimos, sublinha Pathé Duarte, "afirmam querer preservar a "identidade etnocultural da Europa" - percebida como branca e cristã. Acreditam que os europeus "indígenas" estão a ser substituídos por muçulmanos e migrantes. É uma nova extrema-direita, jovem, hipster e educada, que procura destacar-se dos "falhanços" do passado. Estão a crescer exponencialmente e são bastante ativos nas redes sociais".

Ponto em comum entre as três formas de afirmação: "são alimentados pela mesma raiva anti-establishment que está a beneficiar os partidos populistas em toda a Europa. Também se aproveitam da preocupação pública da ameaça jihadista, da crise migratória e do aparente falhanço das políticas multiculturais. Estão envolvidos num hiperconservadorismo social e num etnonacionalismo identitário/supremacia branca. Têm em comum ideias e símbolos fascistas, nazis e antissemitas, assim como o desdém pela democracia". Em Portugal, confirma, "há vontade de expansão".

Riccardo Marchi, investigador do ISCTE e um dos maiores peritos em extrema-direita, não vê demonstrações de que esteja numa evolução "emergente e criminosa", distinguindo as "subculturas dos motards e skinheads - bastante fragilizadas pelas operações judiciais de que têm sido alvo - dos "movimentos políticos identitários". "Estes grupos não protagonizaram até agora atos de violência embora algumas iniciativas tenham sido bastante radicais para os padrões portugueses (crítica presencial à Associação Académica da Nova que proibiu a conferência de Jaime Nogueira Pinto e defesa da estátua de Padre António Vieira, por exemplo). Em entrevista ao DN, Marchi vê a multiplicação destas organizações no nosso país, nos últimos anos, como "um sinal de fraqueza".

VALENTINA MARCELINO

DIÁRIO DE NOTÍCIAS

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 © Bruno Simões Castanheira/Global Imagens

 

Debate paralelo de Haddad e Manuela D’Ávila teve audiência próxima a 2 milhões de internautas

Agosto 10, 2018

antónio veríssimo

Apesar do veto em participar do encontro da Band, o debate paralelo que reuniu Fernando Haddad e Manuela D’Ávila, na noite desta quinta-feira (9), foi assistido por cerca de 2 milhões de internautas. Apenas no Facebook oficial de Lula, a conversa contou com a assistência de 829 mil pessoas. Várias outras contas transmitiram o evento. A página de Fernando Haddad registra 190 mil pessoas; a de Manuela, 102 mil; a do PT, 197 mil; de Gleisi Hoffmann, 150 mil. A soma chega a quase 1,5 milhão.

Isso sem contar outras contas ligadas ao PT no Facebook e YouTube, além da retransmissão por mais de 100 canais, totalizando perto de 2 milhões de pessoas. As consultas foram feitas nesta sexta-feira (10), às 11 horas.

O debate paralelo teve início com a leitura da carta que Lula escreveu a respeito de sua ausência do encontro da Band. Em seguida, Haddad, Manuela, a senadora e presidenta do PT, Gleisi Hoffmann e o ex-presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli mantiveram uma conversa ampla, apresentando detalhes do Plano Lula de Governo. O ex-presidente colocou suas ideias em vários vídeos, falando sobre economia, reforma tributária, segurança pública, saúde, meio ambiente, política externa, entre outros.

FORUM

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 Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

ZERO: ESCOLA DE VERÃO SOBRE SUSTENTABILIDADE

Agosto 06, 2018

antónio veríssimo

No seguinto do sucesso da primeira edição da Escola de Verão sobre Sustentabilidade, em 2017, o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboaa ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável e o Business Council for Sustainable Development – Portugal estão a promover a II Escola de Verão sobre Sustentabilidade – 2018. Esta escola decorrerá entre 10 e 14 de setembrono ICS-UL e tem como objetivos principais:

- Promover a temática da sustentabilidade e a suaintegração na tomada de decisão no quotidiano, junto dos responsáveis técnicos de diferentes organizações e instituições, de forma a capacitá-los para responderem aos desafios que a construção de uma sociedade sustentável implica.

- Explorar as interligações entre ciência, economia, gestão, política e sociedade e promover o contacto entre diferentes especialistas e interlocutores que representam diferentes quadrantes da sociedade.

- Apresentar exemplos concretos de soluções para os desafios mais prementes na área da sustentabilidade, quer nacionais, quer internacionais.

- Criar as condições para que os participantes de diferentes áreas explorem propostas diversas e possam estabelecer redes de contacto para futuras intervenções em prol da construção de uma sociedade sustentável.

Em suma, esta é uma iniciativa que se pretende afirmar como de relevante interesse para a sociedade portuguesa, pelo contributo em termos de abrir novos horizontes e dotar os participantes de novas ferramentas e capacidades para compreender a complexidade e a natureza inter-relacional da sociedade atual e futura.

Neste contexto, convidamo-lo(a) a consultar a informaçãosobre a II Escola de Verão sobre Sustentabilidade na página do ICS-UL ou no facebook e a inscrever-se. Existem condições especiais para Associados da ZERO.

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