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COMUNICAR E ENVOLVER - Oficina de comunicação livre e global

As notícias. os factos e as opiniões, nacionais e internacionais, nas mais diversas áreas, com gestão de António Veríssimo. Para se sentir sempre informado.

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24
Set18

FLORESTAS EM RISCO NA EUROPA

antónio veríssimo

Outra floresta na Europa está em risco de ser demolida a partir do mapa. Desta vez é a floresta Hambach, no oeste da Alemanha. A razão para esta destruição sem sentido? Para substituir as árvores com uma instalação de carvão marrom sujo! Hambach floresta está agora sob ameaça, e só através de uma acção podemos ajudar impedir que isso aconteça.

Embora a Comissão Coal foi criado pelo governo federal alemão, com um mandato para decidir sobre a eliminação progressiva de carvão, RWE, uma multinacional de energia, ainda insiste em prosseguir os seus esforços para limpar o que sobra da floresta Hambach para ativar -los a criar uma mina a céu aberto lá, antes de a Comissão dá ainda o seu veredicto sobre o futuro da poluição carvão. Isto mostra claramente interesse real da RWE na floresta.

Moradores e ativistas ambientais têm protestado por mais de 5 anos para proteger a floresta Hambach, mas apesar de várias queixas apresentadas às autoridades locais, que não conseguia parar de RWE de destruir mais um dos ambientes imaculadas cada vez mais raros da Europa. Por mais de uma semana, as forças policiais foram prender ativistas ambientais locais que têm lutado para evitar que veículos pesados, como escavadeiras e raspadores de entrar na área. Eles só podem resistir por tanto tempo ...

Mas quando a luta parece grande demais para moradores sozinho, nós - cidadãos da Europa - pode vir junto. Com uma campanha pública maciça de toda a Europa, podemos colocar pressão sobre o governo federal eo governo do Norte-Vestfália para usar seu poder para parar os motosserras antes que eles destruam o habitat natural de espécies únicas para esta área, como o Bechstein de bastão, o pica-manchado médio e o rato silvestre. Mas para que isso aconteça eles devem realmente começar a sentir o calor!

Em 6 de outubro, ativistas locais e ambientais se reunirá novamente para demonstrar em defesa da floresta. Nós podemos mostrar nosso apoio à sua luta pela segurança de nosso clima e pressionar o governo nacional para parar RWE até que a Comissão Coal apresentou a sua decisão ao phasing-out de carvão no país.

Como qualquer outra multinacional de energia, a RWE não só quer arrasar esta antiga floresta e destruir seu habitat, mas através de sua produção de lenhite ao longo da região da Renânia, a empresa também é responsável por 30% das emissões de CO2 da Alemanha. Todos os anos, a empresa desnuda um pouco mais da borda da floresta para expandir sua mina de lenhite a céu aberto.

Empresas de carvão geralmente não se coíbe de explorar nossas florestas para maximizar os seus lucros, enquanto poluindo o ar e para o ambiente em que vivemos. Muitas vezes, empresas como a RWE contribuir significativamente para situações que forçam as pessoas a deixar suas terras por causa do impacto das suas actividades: quando RWE adquiriu Hambach, a floresta coberta 13.590 acres. Hoje, apenas cerca de 10 por cento permanece.

Como cidadãos, estamos na linha de frente enfrentando as conseqüências do aquecimento global e da mudança climática causada em grande parte por empresas de carvão, como a RWE. E pode haver um caminho sem volta! Para que isso mude, precisamos reagir como uma comunidade europeia. Nós fizemos isso antes: protestos locais Relentless juntamente com a pressão internacional conseguiu parar o abate de árvores antigas na floresta de Bialowieza na Polônia.

Como parte da comunidade Tilt, podemos fazer uma mudança real quando combinamos uma boa causa com protesto local e pressão da opinião pública à escala europeia. Cabe a nós mostrar que podem.

TILT

24
Set18

Proibido abater animais em canis municipais

antónio veríssimo
Entrou este domingo em vigor uma lei que proíbe o abate de animais como forma de controlar a população.

Em declarações à agência Lusa, o Bastonário dos Médicos Veterinários, Jorge Cid, disse-se “preocupado e apreensivo” com a falta de ação dos municípios para se adaptarem à proibição de abate de animais.

“Vejo com alguma preocupação, apreensão e alguma tristeza que não haja nenhuma evolução nesta matéria e não se esteja a querer estudar o assunto de base, que é o que me parece que vai resolver o problema”, terá afirmado, acrescentando que só o combate ao abandono dos animais poderá resolver o problema do número de animais em canis e nas ruas.

“Parece-me que o caminho é precisamente o combate ao abandono e realmente criar condições para que as pessoas não abandonem os animais e estudar este problema a fundo, aí é que acho que devia incidir o esforço”, afirmou.

Vera Ramalho, presidente da Associação Nacional de Médicos Veterinários dos Municípios, terá, em conversa com o Público, antecipado a morte de animais nas ruas ao antever o esgotamento da capacidade dos centros de recolha.

Também de acordo com o Público, Ribau Esteves, da Associação Nacional de Municípios Portugueses, afirma que as verbas disponibilizadas pelo governo para as obras nos canis foram escassas: “Foi lançado um programa de dois milhões para o país todo. Só os três canis que vão ser construídos na região de Aveiro custarão 2,5 milhões”

A lei que aprovava medidas para a criação de uma rede de centros de recolha oficial de animais e proibia o animal de animais errantes como forma de controlar a população estabelecia um período transitório de dois anos, que terminou este domingo. Assim, a partir de agora é proibido abater animais em centros de recolha oficial por motivos de sobrepopulação.

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 Fotografia: psychologytoday.com

ESQUERDA

24
Set18

FÓRUM DE OUTONO 2018 OS NÓS DA GERINGONÇA

antónio veríssimo
FÓRUM DE OUTONO 2018
OS NÓS DA GERINGONÇA
19 e 20 de Outubro
Auditório da Pousada da Juventude, Parque das Nações, Lisboa
 
 
Aproxima-se o final de uma legislatura inédita na democracia portuguesa. Pela primeira vez, e perante a necessidade premente de romper com a devastação causada pela maioria de direita nos anos do «ajustamento», as esquerdas convergem numa solução política que permitiu viabilizar, com o necessário suporte parlamentar, o XXI Governo Constitucional. Um processo que permitiu travar e reverter, nos seus traços essenciais, as lógicas de «empobrecimento competitivo», de desregulação e de retração do papel do Estado e das políticas públicas.
 
O que pode um país, regressado à «normalidade» e ao qual foi devolvida a esperança através desses entendimentos, esperar das esquerdas na próxima legislatura, seja qual for o modelo de convergência que venha a ser adotado? Como aprofundar a governação à esquerda, para lá da restituição de rendimentos e da reversão das políticas e da recusa da agenda da direita? Como desatar os principais nós que dividem PS, BE, PCP e PEV, em matérias como a Europa, as opções orçamentais, os serviços públicos ou as políticas que respondem aos desafios essenciais que hoje se colocam a Portugal?
 
PROGRAMA
19 Outubro, Sexta-Feira
 
18.30 – Conferência de abertura:
● Diogo Martins
 
21h30 – «Este país não é para jovens»
● Ana Drago
● Helena Roseta
● Jorge Malheiros
(Moderação: Daniel Oliveira)
 
20 Outubro, Sábado
 
10h30 – «Há privado a mais no SNS?»
● Cipriano Justo
● Marta Temido
● Tiago Correia
(Moderação: Margarida Santos)
 
14h30 – «Para onde vai o dinheiro?»
● Fernando Rocha Andrade
● Ricardo Paes Mamede
● Eugénia Pires
(Moderação: José Vítor Malheiros)
 
17h00 – «O lugar da esquerda nesta Europa»
● José Pacheco Pereira
● Francisco Louçã
● João Rodrigues
(Moderação: Sandra Monteiro)
 
19.00 – Conferência de encerramento:
● Isabel do Carmo
23
Set18

RECORDANDO A HOMENAGEM A ZECA E ADRIANO EM MIRA

antónio veríssimo

COM ZECA E ADRIANO EM 2012

 

Em Mira, em 28 de Abril de 2012 homenageámos Zeca e Adriano com uma sessão solene, um espectáculo e a inauguração de um memorial recordando Zeca e Adriano. Presentes Alípio de Freitas, Camilo Mortágua, Helena Pato, Rui Pato, Carlos Esperança,Carlos Carranca e muitos mais amigos numa parceria organizadora que teve movimentos, escolas e autarquias. É bom recordar!

 

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"A CANTIGA É UMA ARMA"

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Ontem tertuliámos durante 45 minutos no Museu do Território da Gândara, em Mira.
Com o mote da cantiga de José Mário Branco, recordámos, não apagámos a memória, cantámos, tocámos, recitámos...e provámos, mais uma vez, que é sempre mais forte o que nos une do que aquilo que nos divide.
Além de José Mário Branco, também "passaram" por ali Ary dos Santos, Manuel Alegre, Carlos Paredes, José Afonso e Adriano Correia de Oliveira.
A qualidade imperou e os 11 que participaram valeram por nem sei quantos mil.
O encontro, que se podia ter feito num café mas não era a mesma coisa, teve o apoio da Junta de Freguesia de Mira, da Câmara Municipal e da rádio Vagos FM e do jornal Mira Online.

21
Set18

Uma manhã diferente: Observação de Aves

antónio veríssimo

 


O Núcleo Regional de Braga da Quercus promove uma atividade de Observação de Aves que decorrerá no dia 7 de Outubro de 2018, entre as 10h00 e as 12h00, na Praia Fluvial de Adaúfe, em Braga.


O acompanhamento técnico estará a cargo de Francisco Areias e Rui Santos e a observação é aberta a adultos e crianças.


 As inscrições gratuitas, mas obrigatórias até dia 3 de Outubro de 2018, através deste link:http://bit.ly/2OA9Rum


 


Junte-se a nós!

15
Set18

JOANA VERÍSSIMO CONVERSA COM OS SEUS LEITORES HOJE, PELAS 21 H, EM PORTOMAR, NO "CALDEIRÃO DO CHAPELEIRO"

antónio veríssimo

Autora de dois livros ("Há pesadelos que nos fazem acordar" e "Sorriste-me"), Joana Verísssimo conversa hoje com os seus leitores, pelas 21 horas, no Bar-restaurante "Caldeirão do Chapeleiro", em Portomar.

Joana Veríssimo tem 22 anos e é formada em Jornalismo e Comunicação pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

Estão todos convidados, leitores e futuros leitores, para este evento cultural.

NÃO ESQUECER: 21 HORAS NO "CALDEIRÃO DO CHAPELEIRO", EM PORTOMAR.

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07
Set18

CineEco 2018: o cinema de mãos dadas com o ambiente em Seia

antónio veríssimo

Pré-lançamento da edição 2018 do CineEco com a estreia nacional do filme “Vivendo num Futuro Passado” com Jeff Bridges.
A Câmara Municipal de Seia e a organização do Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela têm o prazer de convidar V. Exa. para o pré-lançamento da vigésima quarta edição do CineEco.
“O que esperar da edição 2018 do CineEco” será o mote deste pré-lançamento, conduzido pelo Presidente da Câmara de Seia, Carlos Filipe Camelo Miranda de Figueiredo, e pelo Diretor do Festival, Mário Branquinho, e que terá como ponto alto a exibição do filme de Susan Kucera (EUA), “Vivendo num Futuro Passado” (Living in the Future’s Past), narrado pelo conhecido ator Jeff Bridges. Um documentário várias vezes premiado, extraordinariamente bem fotografado e com um pensamento original sobre quem somos e os desafios ambientais que enfrentamos. Entrevistas e depoimentos com cientistas e proeminentes pensadores, que tecem ideias sobre a evolução, emergência de agir, entropia e uma ecologia sombria, a que alguns chamam de fim da natureza, numa história que nos ajuda a entender o nosso lugar entre as espécies animais da Terra.
Saiba mais sobre o filme em: www.livinginthefuturespastfilm.com

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07
Set18

7 setembro: Homenagem da Cinemateca a António Loja Neves

antónio veríssimo

A Cinemateca Portuguesa homenageia António Loja Neves esta sexta-feira, às 21h30, numa sessão que conta com a projeção de “O Silêncio”, realizado por António Loja Neves e José Manuel Alves Pereira, que também estará presente

SILÊNCIO relata o episódio trágico da aldeia fronteiriça de Cambedo da Raia, cercada pela Guarda Civil, o Exército, a PIDE e a GNR em 1946, que resultou na prisão de vários cidadãos e na morte de dois militantes antifascistas. Forçados ao silêncio por mais de 40 anos, este documentário recupera vários depoimentos que ajudam a clarificar a história de um evento trágico dos dois países.

António Loja Neves nasceu no Funchal, em 1953 e foi ativista, jornalista, ator, realizador, crítico, cronista, poeta, madeirense, lisboeta e cidadão do mundo. Despertou para a política envolvendo-se na luta anticolonial e antirracista em Cabo Verde e foi mais tarde militante do PCTP/MRPP, aderente do BE e fundador do partido LIVRE.

evento no facebook da Cinemateca: https://www.facebook.com/events/515341458925824/

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06
Set18

Le Monde diplomatique, edição de Setembro nas bancas

antónio veríssimo

Na edição de Setembro, destaque para a proposta de João Rodrigues de um novo conceito, o de «porno-riquismo», para explicar o nexo actual, e causador de desigualdades, entre imobiliário, turismo e finança internacional. Neste mês de regresso às aulas, analisamos uma novidade, a da distribuição gratuita de manuais escolares (Fernando Ramalho), e uma permanência, a da precariedade na ciência e no ensino superior (André Carmo). Tratamos ainda questões colocadas pelo declínio demográfico (Alexandre Abreu) e pela exploração de petróleo e de gás (Luís Fazendeiro). Do incêndio de Monchique, «sementes da esperança renovada» nas palavras de Eduardo Jorge Duarte.

No internacional, dois artigos sobre a política de Israel: um sobre a transformação do país numa «etnocracia», com a lei do Estado-nação; outro sobre a proibição de um documentário sobre o lóbi israelita. Na Europa, destaque para o fiasco da privatização da escola na Suécia e para a desconstrução do que são realmente os percursos de «radicalização» em França. Um olhar sobre a história das relações entre a Rússia, a União Europeia e os Estados Unidos desde o colapso da União Soviética permite compreender políticas e tensões da actualidade. Por fim, uma investigação segue o percurso do salmão e da aquacultura em vários continentes, revelando perigos para o ambiente a saúde.

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