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02
Mai18

CGTP quer salário mínimo de 650€

antónio veríssimo

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Na manifestação do Dia do Trabalhador, em Lisboa, a CGTP exige salário mínimo de 650€ a partir de janeiro e convoca manifestação para o dia 9 de junho. 

No discurso de encerramento do desfile do 1º de maio, Arménio Carlos exigiu hoje a fixação do salário mínimo nacional em 650€ em janeiro de 2019. Ainda que realçando o percurso positivo feito nos últimos anos com as diferentes forças de esquerda, Arménio Carlos afirma que se atingiu uma "estagnação, frustrando algumas expetativas e levando ao aumento da contestação".

"É necessário e urgente o aumento dos salários no sector público e privado (…). É urgente que o Governo assuma que no próximo Orçamento do Estado vai lá colocar cláusula a dizer que vai haver aumento geral dos salários para 2019", afirmou.

“Este movimento de reivindicações e luta é para continuar e ampliar”, pelo que “reivindicamos o aumento dos salários de todos os trabalhadores, nos setores públicos e privado, mas também o aumento especial do salário mínimo nacional e, assim sendo, a Comissão Executiva e o Conselho Nacional anunciam hoje a reclamação de que, no dia 1 de janeiro de 2019, o salário mínimo nacional deve passar para 650 euros”, disse o líder da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses à agência Lusa. 

“Se quiserem [o executivo] ir por esse caminho, contam com a CGTP, se quiserem optar por outro caminho, podem contar com a oposição da CGTP”, acrescentou Arménio Carlos.

O líder da CGTP convocou ainda uma manifestação nacional para o dia 9 de junho, em Lisboa. "Temos de intensificar a ação e a luta em todos os locais de trabalho e fazer de maio um mês de luta intensa. Uma luta para a qual estamos todos convocados e que irá convergir numa Grande Manifestação Nacional, em Lisboa, no dia 9 de Junho, do Marquês de Pombal para os Restauradores, para expressar as reivindicações dos trabalhadores e do povo, exigindo a rutura com a política de direita e a implementação de uma política de esquerda e soberana, que abra as portas a melhores condições de vida e de trabalho, que valorize o trabalho e os trabalhadores, a um Portugal com futuro!”, afirmou Arménio Carlos na conclusão da sua intervenção nas comemorações do 1º de maio, em Lisboa.

LUSA

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